Voltar
Publicidade
negócios
2 min de leitura

Temu enfrenta investigação da UE por possíveis subsídios desleais

Pressão da União Europeia aumenta sobre plataformas de e-commerce chinesas

Gabriel Rodrigues31 de julho de 2026 às 10:20
Temu enfrenta investigação da UE por possíveis subsídios desleais

A Comissão Europeia, em um comunicado feito na última sexta-feira (31), apontou a plataforma de comércio eletrônico chinesa Temu por não colaborar com uma investigação que visa apurar possíveis vantagens competitivas obtidas pela empresa no mercado europeu. Esta falta de cooperação pode resultar em uma multa que pode alcançar até 1% do faturamento anual da plataforma.

Investigação em Como A Temu Opera na Europa

A investigação da Comissão é fundamentada no Regulamento de Subsídios Estrangeiros da União Europeia, que procura verificar se empresas não europeias obtiveram apoio de governos fora da UE, o que poderia distorcer a competição. O órgão de concorrência da UE também requer informações detalhadas sobre a operação da Temu, incluindo sua gestão, sistemas tecnológicos e registros de atividades na região.

Comissão Europeia intensifica a fiscalização de plataformas de e-commerce estrangeiras.

Em resposta às alegações, a Temu informou que discorda das acusações e nega qualquer irregularidade relacionada a subsídios. A empresa afirma que todos os seus fluxos de caixa são oriundos de suas atividades operacionais, garantindo que não dependem de subsídios externos para manter suas operações na Europa.

Publicidade

Aumento da Pressão sobre o E-commerce Chinês

O aumento da investigação contra a Temu surge em um contexto onde a União Europeia elevou a pressão sobre diversas plataformas chinesas, como a Shein e AliExpress. Uma das ações recentes inclui a implementação de uma taxa de 3 euros sobre pequenas importações da China, que está em vigor desde 1º de julho.

Além disso, em maio, a Comissão Europeia já havia multado a Temu em 200 milhões de euros, sob a alegação de que a plataforma não tomou medidas adequadas para prevenir a venda de produtos ilegais em seu marketplace.

Publicidade

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de negócios

Publicidade