A ação foi parte do movimento de desestalinização promovido por Nikita Khrushchov.

No Dia das Bruxas de 1961, ocorreu um ato simbólico significativo na União Soviética: o corpo de Josef Stalin foi retirado do Mausoléu na Praça Vermelha de Moscou, em uma ação promovida pelo então primeiro-ministro Nikita Khrushchov.
Este movimento fazia parte do esforço para desmantelar o culto à personalidade em torno de Stalin e reforçar as políticas de desestalinização que estavam sendo implementadas. O corpo foi enterrado em uma simples cova na Necrópole da Muralha do Kremlin, marcando sua remoção de honra após sete anos ao lado do de Vladimir Lenin.
✨ A decisão de retirar Stalin foi aprovada de forma unânime durante o Congresso do Partido Comunista Soviético, refletindo a resistência aos elementos que se opunham às reformas pós-Stalin.
A reverência por Stalin havia diminuído com o tempo, e a crescente insatisfação com seu legado gerou um consenso entre os líderes soviéticos de que a figura de Stalin precisava ser desconstruída. No dia 30 de outubro de 1961, a operação de retirada do corpo teve início, culminando em seu enterro em 31 de outubro, sem cerimônias ou honrarias, onde apenas uma equipe de coveiros estava presente.
Ao longo dos anos, o túmulo de Stalin, inicialmente modesto, ganhou robustez e se tornou um ponto turístico em Moscou, sinalizando uma mudança significativa na percepção pública sobre sua liderança e legado.
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