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política
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Caiado critica Flávio Bolsonaro como representante do agronegócio

Candidato do PSD questiona legitimidade de rival e suas propostas.

Gabriel Rodrigues03 de agosto de 2026 às 11:05
Caiado critica Flávio Bolsonaro como representante do agronegócio

Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e candidato à presidência pelo PSD, apontou críticas ao seu concorrente Flávio Bolsonaro em uma entrevista ao canal MyNews, questionando a capacidade deste de representar o agronegócio.

Durante a conversa, Caiado, ao ser indagado sobre o apoio que Flávio Bolsonaro recebe de parte do setor agrícola, afirmou: 'Eu sou a raiz, eu não sou sabor agro'. Ele enfatizou sua experiência e conhecimento no agronegócio, considerando seu opositor despreparado para debater questões do setor.

Caiado destacou a necessidade de um ambiente favorável ao agronegócio para garantir melhorias na renda e saúde das populações, citando regiões como Matopiba, Goiás, e Mato Grosso.

O ex-governador também criticou as políticas do PT que, segundo ele, prejudicaram o setor, mencionando a Embrapa e a questão das taxas de juros que afetam a produção agrícola.

Questionado sobre a dificuldade de converter seu discurso em apoio popular no setor agro, Caiado apontou que muitos eleitores ainda não despertaram para sua candidatura e destacou a diferença de estrutura e organização entre sua campanha e a de Flávio, que já existe há anos.

Caiado definiu que a prioridade é ultrapassar Flávio Bolsonaro no primeiro turno, vista a possibilidade deste ser um adversário mais favorável para Lula no segundo turno. Ele acredita que Flávio poderia enfrentar um cenário complexo, tendo que explicar denúncias.

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Liderança você não herda, liderança você cria

Ronaldo Caiado.

Ao abordar questões de segurança pública, o candidato do PSD apresentou medidas que pretende adotar, incluindo ações rigorosas contra feminicídio. Ele também criticou a gestão atual em relação ao crédito extraordinário, o que está levando a um aumento nas taxas de juros.

Adicionalmente, Caiado anunciou que, caso eleito, promoverá uma 'anistia ampla, geral e irrestrita' para aqueles condenados pelos eventos de 8 de janeiro, no primeiro dia de seu mandato.

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