Órgãos públicos parecem contornar limites impostos pelo Supremo

A Coalizão de Combate aos Supersalários afirmou que diversos órgãos do Judiciário e do Ministério Público estão se aproveitando de brechas para burlar a decisão do STF, que limitou os ‘penduricalhos’.
Em uma nota divulgada no último dia 8, grupos como República.org e Transparência Internacional Brasil relataram um aumento significativo de benefícios e verbas indenizatórias, desafiando as normas estabelecidas pelo Supremo em março de 2026.
O Supremo Tribunal Federal havia estipulado que as indenizações não poderiam ultrapassar 35% do teto constitucional, fixado em R$ 46.366,19. Além disso, apenas verba indenizatória prevista em legislação federal poderia ficar fora desse limite.
✨ Após a decisão, a Coalizão constatou uma tendência de reclassificação de remunerações e a criação de novas formas de pagamento fora do teto constitucional.
Exemplos incluem tentativas de aumentar o auxílio-saúde na Advocacia-Geral da União e novas gratificações na Justiça Militar, além de debates no Tribunal de Contas da União sobre a inclusão de cargos na contagem do teto.
No mesmo dia da publicação do acórdão, os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes emitiram uma decisão que proíbe revisões e criações de novas gratificações que não estejam em conformidade com as determinações do STF, buscando impedir que os órgãos públicos driblem a nova regra.
"Apenas o CNJ e o CNMP têm a autoridade de regulamentar verbas indenizatórias, assegurando uniformidade em todo o país
Em março de 2026, o STF estabeleceu limites rigorosos para os pagamentos de verbas indenizatórias, visando maior transparência e controle no uso de recursos públicos.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Ministro Cristiano Zanin será responsável por relatar o caso que contesta a eleição indireta para o governo fluminense.

Presidente da CPMI do INSS confirma a necessidade de identificar os responsáveis pelos vazamentos.

Senador não entregou passaportes à Polícia Federal e viajou para o exterior

Prazo para justificar é de 60 dias após as eleições; ausência pode acarretar penalidades.