Pesquisa revela que relações prejudiciais impactam apoio ao senador

Uma pesquisa da Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10), indica que 12% dos brasileiros afirmam que a ligação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro reduz a intenção de votar no senador nas próximas eleições presidenciais.
Além disso, 6% dos entrevistados relataram que essa relação aumenta suas intenções de voto. A enquete revelou que 50% mantêm a mesma posição de não apoiar Flávio, independentemente da polêmica.
✨ 65% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro errou ao solicitar financiamento ao banqueiro.
Quando questionados sobre se a divulgação das mensagens entre Flávio e Vorcaro altera sua disposição para votar, 26% disseram que a intenção de voto continua igual, enquanto 6% não souberam ou não quiseram responder. A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, entrevistou 2.004 pessoas entre 5 e 8 de junho com uma margem de erro de 2 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%.
O levantamento abordou a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, incluindo repasses financeiros para o filme 'Dark Horse'.
Em relação à natureza do financiamento, 65% dos entrevistados consideraram que Flávio errou ao solicitar os recursos, enquanto apenas 17% o apoiam.
A pesquisa também revelou que 58% dos entrevistados suspeitam de possíveis irregularidades, enquanto 62% acreditam que Flávio não tinha conhecimento da possível corrupção envolvendo Vorcaro.
A Quaest também perguntou sobre as intenções de voto para as eleições presidenciais de outubro. O presidente Lula lidera em todas as simulações, com 44% nas intenções contra 38% de Flávio Bolsonaro.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política

Instituto Nexus revela resultados de pesquisa com Lula à frente.

Pesquisa revela vantagem do presidente em cenários de segundo turno

Ex-ministro do PT destaca importância de Lula e lideranças nos estados

Cenários apontam Lula à frente, com Flávio Bolsonaro em segundo