Flávio Bolsonaro pede a Trump classificação de facções como terroristas
Senador busca apoio dos EUA para enfrentar crimes organizados

Após uma reunião no Salão Oval, o senador Flávio Bolsonaro (PL) solicitou ao presidente dos EUA, Donald Trump, a classificação das facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas, destacando o impacto disso.
✨ Flávio afirmou que as facções atuam como um governo paralelo no Brasil.
Durante a declaração, o senador argumentou que, enquanto o presidente Lula tenta evitar essa rotulação, ele busca uma postura firme contra os grupos criminosos. Flávio enfatizou que as facções têm ramificações internacionais e utilizam o Brasil como uma central de lavagem de dinheiro.
Flávio adiantou que Trump se comprometeu a 'avaliar' seu pedido. O senador ressaltou que as organizações passaram a ser transnacionais, exigindo uma ação conjunta entre os países para o enfrentamento.
Apoio e Parcerias Estratégicas
Citando o 'Escudo das Américas', uma iniciativa criada em março de 2026 por Trump, Flávio afirmou que pretende integrar o Brasil a essa aliança regional, que visa estreitar laços com os EUA, Argentina e outros países, além de combater a influência da China na América Latina.
O senador também se comprometeu a estabelecer parcerias estratégicas com os EUA no setor de minerais críticos e terras raras, prometendo que, se eleito, focará no desenvolvimento conjunto.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de política

Lula sugere Nobel da Paz para Trump em crítica irônica
Presidente brasileiro se manifesta durante visita a Lisboa

Trump influencia eleições brasileiras e complica campanha de Flávio Bolsonaro
A interferência do ex-presidente norte-americano gera consequências políticas negativas.

Paulo Figueiredo cancela audiência sobre tarifa aos produtos brasileiros
Influenciador opta por enviar contribuições por escrito.

Lula comenta reunião com Trump e assunto do PIX não é abordado
Presidente brasileiro menciona sistema de pagamentos durante coletiva em Washington






