Influenciador opta por enviar contribuições por escrito.

Na segunda-feira, 6, Paulo Figueiredo anunciou sua desistência em participar pessoalmente da audiência pública do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que analisa a proposta de um aumento de 25% nas tarifas sobre produtos brasileiros.
A audiência, que começou hoje em Washington, é a última fase de uma investigação comercial antes da decisão final do governo Donald Trump, marcada para 15 de julho. Figueiredo declarou nas redes sociais que optou por enviar suas observações de forma escrita para apoiar a participação do senador Flávio Bolsonaro.
"O foco da semana deve ser a ida do Flávio Bolsonaro para lutar contra as tarifas que Lula tanto está cavando. Tenho certeza de que o Flávio vai brilhar e nos representar.
✨ Figueiredo mantém a defesa contra o tarifaço, mas em perspectiva de sanções específicas.
Além de seu apoio a Flávio, Figueiredo já havia protocolado um documento ao USTR pedindo que os EUA abandonem a tarifa proposta. Em vez disso, sugere sanções focadas em autoridades brasileiras, como punições previstas na Lei Magnitsky contra ministros do Supremo Tribunal Federal.
A proposta de Figueiredo é semelhante à apresentada por Flávio Bolsonaro, que busca suspender a aplicação das tarifas por 180 dias, argumentando que a aplicação imediata beneficiaria o governo Lula em uma eleição crítica.
Figueiredo, Flávio e Eduardo Bolsonaro formam um grupo que atuou em conjunto durante a investigação contra o Brasil, buscando medidas de pressão diplomática e comercial, e a ação deles é vista pelo Itamaraty como uma traição aos interesses do país.
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