Keir Starmer enfrenta pressão por denúncias de mentiras ao Parlamento
Cobranças por renúncia aumentam diante de novas revelações sobre embaixador.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, se vê sob intensa pressão após serem feitas novas reivindicações por sua renúncia devido a alegações de que ele mentiu ao Parlamento, relacionadas ao ex-embaixador nos Estados Unidos, Peter Mandelson.
A crise se agravou depois que foi revelado que Starmer havia indicado Mandelson para o cargo em Washington, enquanto o demitiu em setembro do ano passado por ter supostamente mentido sobre suas ligações com Jeffrey Epstein, um notório criminoso sexual.
Desdobramentos das Revelações
Na quinta-feira, o jornal The Guardian informou que o Ministério das Relações Exteriores havia aprovado a nomeação de Mandelson para 2025, mesmo após uma avaliação negativa do serviço de antecedentes. Como resultado, Starmer demitiu Olly Robbins, que liderava os serviços diplomáticos.
✨ Starmer descreveu como "imperdoável" não ter recebido a totalidade das informações sobre a avaliação de Mandelson antes de sua nomeação.
Em declarações feitas em Paris, onde participou de uma reunião internacional sobre o Estreito de Ormuz, Starmer expressou furor, alegando que ninguém no seu governo tinha conhecimento dos problemas relacionados à nomeação até recentemente.
Os comentários de Starmer surgem em um momento em que sua popularidade despencou desde que assumiu o cargo em julho de 2024, mesmo com as próximas eleições municipais se aproximando.
Consequências Políticas
A líder conservadora da oposição, Kemi Badenoch, declarou nas redes sociais que Starmer comprometeu a segurança nacional e deveria resignar-se. Na política britânica, fazer declarações enganosas ao Parlamento é visto como um ato grave, o que intensifica a pressão sobre o premiê.
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