Chefe do Executivo realiza agenda econômica enquanto Flávio Bolsonaro enfrenta crise.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega a São Paulo nesta segunda-feira (18) para anunciar novos investimentos, em um movimento estratégico logo após Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizar atividades de pré-campanha no estado sob a pressão causada pelo caso Master.
Lula começará sua agenda econômica em Campinas, onde na manhã do dia 18 pretende inaugurar novas linhas de luz síncrotron no acelerador de partículas Sirius. Essas linhas fornecerão um impulso significativo à pesquisa em setores fundamentais como saúde, energia, agricultura e nanotecnologia.
✨ O investimento total anunciado pela Petrobras em São Paulo é de R$ 37 bilhões até 2030.
À tarde, Lula visitará a Refinaria de Paulínia, onde revelará os investimentos da Petrobras em áreas como refino, biorrefino e produção de energia sustentável. Além disso, na terça-feira (19), ele estará presente no Encontro Internacional da Indústria da Construção, um dos principais eventos do setor.
No mesmo dia, está programado o lançamento do programa Move Aplicativos, que visa oferecer uma nova linha de crédito para taxistas e motoristas de aplicativo visando a renovação de frotas.
Em Brasília, Lula deve ter uma agenda mais leve, com apenas um compromisso na quarta-feira (20), quando participará da reunião do Comitê Gestor do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, em comemoração aos 100 dias do Pacto Brasil.
A presença de Lula em São Paulo se dá em um momento em que Flávio Bolsonaro tenta minimizar a repercussão negativa de seu envolvimento em um polêmico caso financeiro. Ele passou o fim de semana no estado realizando eventos políticos em cidades como Sorocaba e Campinas.
Em seu discurso, Flávio adotou um tom desafiador, mencionando as pressões a que está sendo submetido após a divulgação de mensagens que evidenciam negociações financeiras envolvendo ele e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
✨ Flávio declarou sofrer 'perseguições' após suas declarações sobre facções criminosas.
Durante um evento em Sorocaba, o senador comentou que o ataque aos seus aliados começou logo após ele defender a classificação de membros do PCC e do Comando Vermelho como terroristas, atribuindo a eles a responsabilidade pelas reações adversas contra sua pré-candidatura.
"Um tudo ou nada para tentar me enterrar vivo, mas eu estou com mais disposição do que nunca
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