Presidente aponta que medidas do governo anterior dificultam a chegada do preço reduzido ao consumidor.

Na terça-feira, 31, o presidente Lula (PT) fez duras críticas à privatização da BR Distribuidora, realizada durante o governo Jair Bolsonaro (PL) em 2021. Ele afirmou que mesmo com ações do governo para estabilizar os preços do diesel, os consumidores não estão vendo resultados positivos devido à atuação de "atravessadores".
"Nós adotamos todas as estratégias possíveis para evitar que o preço do diesel aumente, mas no governo passado, a distribuidora foi vendida. Assim, mesmo se a Petrobras reduzir o preço, o benefício não chega ao consumidor final, pois os atravessadores impedem isso", declarou Lula durante um evento pelos 21 anos do Programa Universidade para Todos.
""Estamos utilizando todos os órgãos de fiscalização disponíveis e não descansaremos até que o preço do diesel seja controlado", afirmou o presidente.
✨ Aumento de 277% na margem bruta do diesel foi identificado.
A Polícia Federal, a Secretaria Nacional do Consumidor e a ANP estão intensificando operações contra práticas abusivas de preço em combustíveis, com a operação Vem Diesel resultando em 16 autos de infração.
No discurso, Lula também abordou a questão do impacto da guerra no Oriente Médio nos preços globais dos combustíveis, responsabilizando os Estados Unidos pelos conflitos que têm afetado os preços no Brasil.
""A guerra é do [Donald] Trump, não do povo brasileiro. Nós não devemos ser vítimas desse conflito. Este país é nosso e não permitiremos intervenções externas", concluiu.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em política




Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) coloca Lula à frente no primeiro turno e em empate técnico com Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno

Presidente do Banco Central é alvo de petistas após fala defensiva

Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a campanha de 2026 em São Bernardo do Campo e aparece à frente no primeiro turno, enquanto pesquisas indicam disputa mais apertada em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.

Partido avalia estratégias após bloqueios do presidente do Senado