Presidente do Banco Central é alvo de petistas após fala defensiva

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, enfrenta críticas de petistas e assessores do Palácio do Planalto após seu depoimento na CPI do Crime Organizado.
Durante sua fala, Galípolo foi acusado de poupar seu antecessor, Roberto Campos Neto, que é visto por Lula e seus aliados como responsável por permitir fraudes no Banco Master.
✨ Criticas aumentaram após Galípolo afirmar que não encontrou evidências de erro na gestão de Campos Neto relacionada ao Banco Master.
O depoimento foi estritamente técnico, conforme as normas de um presidente do Banco Central, e Galípolo enfatizou que recebeu orientação de Lula para manter objetividade na análise, sem perseguições.
Porém, a expectativa de Lula e do PT era que o depoimento levantasse suspeitas sobre Campos Neto, fortalecendo suas críticas ao ex-governo.
"Gabriel Galípolo escolheu o caminho de tentar blindar Roberto Campos Neto. Ele demonstra que o controle interno é insuficiente e pode servir de escudo para proteger quem comandava a instituição.
No Palácio do Planalto, assessores expressaram descontentamento com a abordagem de Galípolo. Um comportamento que se desvia das recomendações que um banqueiro central deve seguir em cena política.
O ex-presidente Campos Neto, que enfrentou críticas durante seu mandato, havia se colocado em situações controvertidas, como ao mostrar apoio à seleção brasileira nas eleições de 2022.
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Jornalista especializado em Política




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