Voltar
política
2 min de leitura

Macron homenageia Ucrânia em grandioso desfile militar em Paris

Desfile de 14 de julho destaca unidade europeia e potência militar da França

Gabriel Rodrigues14 de julho de 2026 às 09:30
Macron homenageia Ucrânia em grandioso desfile militar em Paris

No dia 14 de julho, Emmanuel Macron, em seu último desfile como presidente da França, usou a Champs-Élysées para exibir um impressionante espetáculo militar que celebrou a unidade da Europa e prestou tributo à Ucrânia. O evento contou com a participação de 6.700 soldados, 98 aviões, 31 helicópteros e 315 veículos, um feito inédito na história das festividades nacionais.

Presença de Zelensky e líderes europeus

Entre os destaques do evento estava a presença do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que recebeu calorosas boas-vindas de Brigitte Macron e do primeiro-ministro Sébastien Lecornu. Acompanhado por outros 24 líderes europeus, como o alemão Friedrich Merz e o espanhol Pedro Sánchez, Zelensky simbolizou a solidariedade da Europa em apoiar a Ucrânia.

"

Desfilar é uma Europa unida e determinada a apoiar a Ucrânia frente à Rússia.

Alice Rufo, Ministra Delegada da Defesa

O desfile representou a expressão da solidariedade estratégica entre os países da Europa.

Contexto do Desfile

O desfile de 14 de julho comemora a queda da Bastilha em 1789 e é um evento tradicionalmente monumental na França, celebrado anualmente com paradas militares e demonstrações de forças armadas.

No seu discurso, Macron destacou a importância da história e do rearmamento estratégico da França, enfatizando que a segurança do continente europeu enfrenta novos desafios, especialmente com a Rússia. Além disso, ele se referiu à recente onda de calor que dificultou os preparativos do evento, ressaltando a necessidade de adaptações para garantir sua realização.

Homenagem às vítimas de atentado

O presidente também planejou um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do ataque terrorista em Nice, ocorrido há dez anos, antes de seguir para a cidade para honrar os 86 mortos e mais de 400 feridos.

Com a mira nas eleições de 2027, onde a extrema direita tem se fortalecido, Macron se despede do cargo após dois mandatos, deixando um legado de transformação nas forças armadas francesas, com um investimento significativo em defesa.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de política