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Moraes cobra explicações de Bolsonaro sobre arma apreendida

Ministro do STF dá prazo de 24h para defesa se pronunciar

Gabriel Rodrigues16 de junho de 2026 às 17:25
Moraes cobra explicações de Bolsonaro sobre arma apreendida

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente esclarecimentos sobre uma arma de fogo apreendida durante uma blitz policial em Brasília.

Circunstâncias da Apreensão

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) informou que não inspecionou o veículo em que foi encontrada a pistola registrada em nome de Bolsonaro, que estava sob a condução do militar Estácio Leite da Silva Filho. O carro, cedido pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, estava vinculado à segurança do ex-presidente.

Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão, mas está em prisão domiciliar por motivos de saúde.

Pedido de Esclarecimento

Moraes estabeleceu um prazo de 24 horas para que a defesa explique as razões pelas quais Bolsonaro possuía a arma em casa, especialmente enquanto está sob prisão domiciliar. O questionamento também se estende ao pedido de reparo da pistola.

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Diante do exposto, determina-se que a Defesa se manifeste no prazo de 24 horas, esclarecendo a razão pela qual o condenado mantinha uma arma de fogo em casa

Ministro Alexandre de Moraes

Ação da Polícia Militar

O registro da arma foi confirmado através do sistema do Exército. Durante a abordagem, foi constatado que o militar apresentava duas armas, sendo uma delas sem a documentação necessária, o que levou à condução do caso à Polícia Civil para averiguação.

Regime de Segurança e Revisões

Moraes também requisitou à PMDF informações acerca das inspeções realizadas nos veículos que saem da residência do ex-presidente e a sobre a política de armazenamento dos celulares dos agentes de segurança do GSI.

Contexto sobre a Segurança

O GSI não é responsável pela segurança de ex-presidentes, conforme legislação vigente. A segurança é feita por servidores escolhidos pelos próprios ex-presidentes.

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