Netanyahu revela diagnóstico de câncer após tratamento de próstata
Primeiro-ministro de Israel divulga condição de saúde em redes sociais

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de 76 anos, confirmou nesta sexta-feira (24) que foi diagnosticado com câncer de próstata durante seu exame médico anual.
Esta é a primeira vez que Netanyahu, o líder com mais tempo no cargo na história do país, admite publicamente ter recebido um diagnóstico oncológico. Sua cirurgia para tratar um aumento da próstata ocorreu em dezembro de 2024, e o tema foi abordado anteriormente de forma discreta.
✨ Netanyahu afirmou estar saudável após a detecção precoce de um tumor maligno.
Em uma publicação nas redes sociais, o primeiro-ministro divulgou que o exame de acompanhamento revelou um tumor que mede menos de um centímetro. Juntamente com essa confirmação, o gabinete de Netanyahu compartilhou duas cartas de médicos que atestam a natureza do diagnóstico.
"Trata-se da detecção precoce de uma lesão muito pequena, sem metástases, conforme confirmado por todos os outros exames sem qualquer dúvida
Netanyahu expressou que sua condição foi completamente tratada e enfatizou: 'Graças a Deus, estou saudável'. Ele também mencionou que adiou a divulgação do diagnóstico por dois meses para evitar que fosse utilizado politicamente, especialmente por nações rivais como o Irã.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de política

Nísia Trindade se filia ao PT e mira Câmara dos Deputados no Rio de Janeiro
Ex-ministra da Saúde destaca defesa da ciência em sua nova trajetória política

Ministro Dario Durigan confirma imposto seletivo para 2027
Nova tributação busca reduzir consumo de produtos nocivos

Câmara debate controle de espécies invasoras e impactos no agro
Audiência pública discute efeitos do javali na biodiversidade e economia

Lula sanciona Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19
Presidente critica postura de Bolsonaro durante a pandemia





