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Novo Programa Nacional Meu Primeiro Carro busca facilitar aquisição de veículos

Iniciativa visa apoiar trabalhadores na compra de automóveis essenciais para trabalho

Acro Rodrigues13 de maio de 2026 às 11:30
Novo Programa Nacional Meu Primeiro Carro busca facilitar aquisição de veículos

O Projeto de Lei 592/26 propõe a criação do Programa Nacional Meu Primeiro Carro, dedicado ao financiamento da compra do primeiro veículo de trabalhadores que precisam do carro para exercer suas atividades profissionais.

A proposta, que foi apresentada na Câmara dos Deputados, destina-se a microempreendedores individuais (MEIs), autônomos, motoristas de transporte individual e prestadores de serviços que utilizam automóveis em seu trabalho.

Os veículos financiados podem ter valor de até R$ 90 mil, com taxas de juros reduzidas e prazo de pagamento de até 72 meses.

O projeto determina que a Caixa Econômica Federal gerenciará a operação do crédito, incluindo a contratação de seguro e a possibilidade de utilização de um fundo garantidor. Outra regra importante é que o veículo não poderá ser transferido nos primeiros 36 meses, exceto em caso de quitação antecipada do financiamento.

Além disso, a proposta estabelece que o financiamento será baseado em análise cadastral, sem a necessidade de comprovação de renda. A propriedade do automóvel permanecerá com a instituição financeira até que a última parcela seja quitada.

De acordo com o autor da proposta, deputado Marcos Pollon (PL-MS), muitos trabalhadores que dependem de veículos ainda optam pela locação, o que impacta sua renda. Ele justifica que a compra do primeiro carro pode reduzir custos operacionais e aumentar a autonomia financeira desses profissionais.

Atualmente, o projeto ainda está em análise e não há informações sobre as taxas de juros, o montante de recursos disponíveis ou a quantidade estimada de beneficiários. Esses fatores são cruciais para avaliar o impacto fiscal e a eficácia da medida.

Caminho para a aprovação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será revisado pelas comissões de Viação e Transportes, Finanças e Tributação, e Constituição, Justiça e Cidadania. Para se tornar lei, o projeto ainda precisa ser ratificado pela Câmara e pelo Senado.

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