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política
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Onze estados desmentem envio de tropas a locais de votação em 2024

Declarações de secretário de Defesa são contestadas por autoridades estaduais.

Giovani Ferreira04 de maio de 2026 às 15:35
Onze estados desmentem envio de tropas a locais de votação em 2024

A afirmação do secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre o envio de tropas a locais de votação na eleição de 2024 foi categoricamente desmentida por onze estados. As informações erradas surgiram durante depoimentos ao Congresso, levantando questionamentos sobre a veracidade das alegações.

Em uma audiência da Câmara na quarta-feira, Hegseth foi questionado pela deputada Jill Tokuda sobre a possibilidade de cumprimento de uma ordem do presidente Donald Trump para enviar militares a locais de votação. Tokuda lembrou que isso violaria a legislação federal. Embora tenha negado que Trump tomaria decisões ilegais, Hegseth afirma que tropas foram enviadas a 15 estados em 2024, o que se revelou falso após investigações.

Todos os estados que responderam à CNN garantiram que suas tropas da Guarda Nacional não foram enviadas a locais de votação.

Entre os estados que responderam, Iowa destacou que ajudou com cibersegurança, mas suas tropas permaneceram em suas bases e não se deslocaram para locais de votação. A Guarda Nacional do Arizona também confirmou que não enviou tropas para esses locais, atuando apenas em suporte cibernético.

Respostas de diversos estados

Vários outros estados também negaram o envio de tropas a locais de votação:

  • 1Delaware: Sem tropas em locais de votação; atuação apenas em cibersegurança.
  • 2Illinois: Não ativou a Guarda para as eleições, foco em suporte virtual.
  • 3Novo México: Afirmou que soldados não estiveram presentes nas eleições.
  • 4Carolina do Norte: Garantiu que não houve envio de tropas para locais de votação.
  • 5Pensilvânia: Membros da Guarda atuaram apenas como oficiais de ligação.
  • 6Virgínia Ocidental: Apoio prestado somente em cibersegurança.

Além disso, estados como Havaí, Oregon e Washington também reforçaram que não enviaram tropas para locais de votação, destacando que suas operações de apoio se mantiveram em forma de prontidão e planejamento para distúrbios civis.

Essas declarações das autoridades estão em linha com a legislação, que restringe o envio de tropas federais para locais de votação, exceto em situações de emergência. Essa situação ressalta a importância da verificação de informações em tempos de eleições.

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