Ações seguem após decisões do STF sobre armas do ex-presidente

Na última terça-feira, a Polícia Federal realizou uma operação na residência de Jair Bolsonaro, localizada no Jardim Botânico, em Brasília, com o intuito de localizar armamentos e documentos relacionados à posse de armas. De acordo com a defesa do ex-presidente, o procedimento resultou na não localização de qualquer item relevante.
O mandado de busca foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que já havia decidido anteriormente por manter Bolsonaro em prisão domiciliar. A busca foi rápida, durando menos de uma hora, conforme relato de fontes da PF.
Em uma decisão proferida em 3 de julho, Moraes determinou a prorrogação da prisão domiciliar do ex-presidente, que estava sob avaliação após um período inicial de 90 dias. Além disso, o ministro revogou o Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) de Bolsonaro, ordenando a apreensão imediata de todas as armas relacionadas a ele.
✨ As atuações do STF visam garantir o cumprimento das normas de posse de armas pelo ex-presidente.
No passado, duas das dez armas mencionadas em uma decisão anterior já haviam sido entregues à Polícia Federal em cumprimento a diretrizes do Tribunal de Contas da União. As oito restantes foram supostas a estar guardadas no Batalhão de Polícia do Exército em Brasília.
Posteriormente, o Comando do Batalhão informou ao STF que apenas seis das oito armas haviam sido entregues à Polícia Federal, esclarecendo que não possuíam as outras duas.
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