Senado aprova Lei Geral da Copa do Mundo Feminina no Brasil
Medidas definem organização do Mundial feminino de 2027

O Senado aprovou nesta quarta-feira (27) a Lei Geral da Copa do Mundo Feminina, estabelecendo diretrizes para a realização do torneio da FIFA no Brasil em 2027.
✨ O projeto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A proposta define uma série de regras que abrangem desde o acesso até as condições de trabalho relacionadas ao evento. Ela também inclui uma homenagem às jogadoras que participaram do primeiro torneio feminino organizado pela FIFA, em 1991.
Além disso, o texto define que a FIFA terá autoridade para determinar os preços dos ingressos, podendo aplicar o sistema de "preço dinâmico", que ajusta valores conforme demanda, e não será obrigada a oferecer descontos ou gratuidades.
O governo brasileiro facilitará a entrada de trabalhadores e convidados com vistos temporários, enquanto os direitos dos funcionários, brasileiros ou estrangeiros, também estão garantidos pela nova legislação.
Medidas de segurança
Para garantir a segurança do evento, a Polícia Federal criará uma força-tarefa que incluirá diferentes níveis de segurança e órgãos de inteligência, com autonomia para planejar ações de segurança.
A Lei também estabelece que a União será responsável por eventuais danos decorrentes do descumprimento de obrigações legais e contratuais.
Premiação para ex-jogadoras
Em relação ao prêmio para a seleção brasileira de 1995, a senadora Leila Barros (PDT-DF) rejeitou uma emenda que previa uma bonificação para as jogadoras, alegando que a aprovação atrasaria toda a tramitação do projeto.
Como alternativa, foi sugerido um projeto paralelo que asseguraria um prêmio de R$ 500 mil a 14 das 22 atletas do elenco, totalizando um custo estimado de R$ 4 milhões.
✨ A Copa do Mundo de Futebol Feminina de 2027 promete mobilizar diversas áreas do país, com o apoio das instituições governamentais.
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