STF torna delegados do Rio réus em caso Marielle Franco
Ministro Alexandre de Moraes vota por responsabilização de delegados

Nesta sexta-feira, 15 de outubro de 2026, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu que os delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antonio de Barros Pinto, se tornem réus em um relevante caso de obstrução das investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.
As investigações indicam que esses delegados podem ter integrado uma associação criminosa armada, que operava na Delegacia de Homicídios da Capital. A denúncia da Procuradoria-Geral da República revela que o grupo estabeleceu um verdadeiro "balcão de negócios" para assegurar a impunidade em crimes realizados por milícias e por líderes de jogos de azar, em troca de pagamentos financeiros.
✨ Rivaldo Barbosa, um dos delegados, já foi condenado a 18 anos de prisão pelo papel que desempenhou na execução do plano que culminou no assassinato de Marielle Franco.
O novo julgamento sobre a responsabilidade dos delegados está ocorrendo no plenário virtual da Primeira Turma do STF e se encerrará na próxima sexta-feira, 22 de outubro. Além de Moraes, outros ministros como Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia também participam do julgamento.
Contexto
Marielle Franco foi assassinada em 14 de março de 2018, um crime que chocou o Brasil e gerou protestos em todo o país, clamando por justiça e pela elucidação do caso.
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