Traficante de cetamina é condenada por morte de Matthew Perry
Jasveen Sangha recebe 15 anos de prisão na Califórnia.

Jasveen Sangha, conhecida como 'A rainha da cetamina', foi sentenciada a 15 anos de prisão na Califórnia por sua participação na morte do ator Matthew Perry, famoso pela série Friends.
A sentença foi proferida esta quarta-feira, 8 de dezembro de 2026, após Sangha se declarar culpada no ano passado de diversas acusações, incluindo a distribuição de cetamina que resultou em morte. Ela, que possui cidadania americana e britânica, já está sob custódia federal desde 2024.
✨ Matthew Perry foi encontrado morto em outubro de 2023, apresentando altos níveis de cetamina em seu organismo.
Perry, que lutava contra a dependência química, foi encontrado sem vida em sua jacuzzi em Los Angeles aos 54 anos. Sua morte gerou um grande impacto entre os fãs e levou a uma investigação que desmantelou uma rede de tráfico de drogas envolvendo médicos e traficantes.
Durante a investigação, foi revelado que o Dr. Salvador Plasencia e o Dr. Mark Chavez, que trataram de Perry, estavam envolvidos na distribuição de cetamina. Plasencia, condenado a 30 meses de prisão, era um dos médicos que lucrava com a dependência de Perry.
Sangha e um intermediário, Erik Fleming, foram responsáveis pela venda de 51 frascos de cetamina ao assistente pessoal de Perry, Kenneth Iwamasa, que administrou a substância ao ator em diversas ocasiões, culminando no trágico incidente que resultou em sua morte.
"Após a morte de Perry, Sangha pediu para apagar todas as mensagens trocadas sobre o tráfico de drogas, sugerindo um esforço consciente para encobrir suas atividades ilícitas.
Investigadores encontraram diversas substâncias ilegais na residência de Sangha, incluindo metanfetaminas e ecstasy, além de equipamentos que sugeriam atividade criminosa.
Contexto sobre a dependência de Matthew Perry
Matthew Perry enfrentou batalhas públicas contra o vício em álcool e analgésicos ao longo de sua vida. Sua atuação como Chandler na icônica série Friends, transmitida entre 1994 e 2004, fez dele uma figura admirada, mas suas lutas pessoais frequentemente ofuscaram sua carreira.
Sangha admitiu também ter vendido cetamina a outro homem, que morreu de overdose. A defesa tentou argumentar que ela não conhecia Perry, mas os promotores destacaram a dependência que ele desenvolveu da substância.
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