Máquina revolucionária aprimorou a segurança nas eleições brasileiras.

Em 2026, o Brasil marca o triênio do uso das urnas eletrônicas, estabelecendo-se como um dos principais ícones do sistema eleitoral do país. Desenvolvidas pela Justiça Eleitoral e implementadas em 1996, as urnas contribuíram para erradicar fraudes comuns associadas ao voto em papel.
Desde sua criação, as urnas eletrônicas foram produzidas por quatro empresas diferentes, todas sob a supervisão rigorosa do TSE, que determina as especificações técnicas e de segurança. Em três décadas, 14 modelos foram fabricados, totalizando mais de 1,4 milhão de unidades.
✨ Em 30 anos, não houve comprovações de fraudes que alterassem resultados eleitorais.
De acordo com o TSE, o sistema eleitoral é protegido por diversas camadas de segurança e auditado regularmente. Entre os mecanismos incluem-se assinatura digital, lacração dos programas, criptografia de dados e a realização de Testes Públicos de Segurança (TPS).
As versões das urnas não são apenas atualizadas em segurança, mas também em acessibilidade, com inovações como sintetização de voz, teclado em braile e suporte para intérpretes de Libras. O modelo UE2020, por exemplo, tem um desempenho 18 vezes superior ao antecessor.
A automatização do processo de contagem de votos, promovida pelas urnas eletrônicas, permite que os resultados sejam divulgados poucas horas após o fechamento das urnas, eliminando o atraso que frequentemente ocorria no sistema de votação em papel.
✨ Mais de 158 milhões de eleitores estarão aptos a votar nas eleições gerais de 2026.
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Jornalista especializado em Política

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