Robert Prevost, líder agostiniano, defende paz e reconciliação após ataques.

Em 21 de setembro de 2001, o futuro papa Leão XIV, na época chamado Robert Prevost, chamou a atenção para a relação entre os ataques às Torres Gêmeas e as questões de pobreza e injustiça. Suas declarações ocorreram apenas dez dias após o atentado e foram feitas durante uma missa na Basílica de Santa Maria del Popolo, em Roma.
Prevost, recém-eleito líder da Ordem de Santo Agostinho, enfatizou que a violência presenciada na ocasião era um lembrete trágico dos problemas globais crescentes. 'O ódio e a violência só aumentarão enquanto as pessoas continuarem sendo obrigadas a viver em extrema pobreza, oprimidas por tantas formas de injustiça', afirmou.
✨ O reverendo Prevost destacou que diariamente 24 mil pessoas morrem no mundo por causas relacionadas à fome e que muitos vivem em desesperança.
Ele fez um apelo para que a Ordem de Santo Agostinho se empenhasse na promoção da paz e da reconciliação, em vez de buscar vingança. 'Devemos dar aos outros um testemunho extraordinário dos valores do Evangelho: unidade, diálogo, paz e reconciliação', concluiu.
Além disso, Prevost também discutiu a criação de uma nova província da ordem agostiniana na Nigéria, um passo considerado significativo em meio às tensions entre muçulmanos e cristãos.
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