Novas diretrizes visam melhorar a resposta imunológica no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou uma atualização nas vacinas contra a covid-19, com o objetivo de aprimorar a eficácia das doses em resposta a variantes emergentes do coronavírus no Brasil.
A nova Instrução Normativa foi publicada hoje, 9 de fevereiro, no Diário Oficial da União, e estabelece que as vacinas devem ser monovalentes, focando em uma linhagem específica do vírus SARS-CoV-2 em circulação, além de obrigarem a inclusão da variante LP8.1 como antígeno preferencial.
Vacinas derivadas da cepa JN.1, incluindo as variantes XFG e NB.1.8.1, serão aceitas, desde que comprovem uma resposta robusta de anticorpos neutralizantes.
✨ Vacinas já distribuídas poderão ser aplicadas por até nove meses, após o que seu uso será restrito.
As diretrizes foram definidas durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa, onde foi destacada a emergência da vacinação atualizada em razão de um aumento nos casos de síndrome gripal associados à covid-19.
Recentes registros indicam um aumento no número de casos gripais, reforçando a importância de uma campanha de vacinação que leve em consideração as variantes mais prevalentes do coronavírus.
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