Vacina Tríplice Viral: São Paulo oferece dose zero para bebês
Recomendação visa proteger crianças menores de um ano da doença.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo recomendou, nesta sexta-feira (26), a vacinação com a dose zero da tríplice viral, uma medida destinada a proteger bebês entre 6 meses e 11 meses e 29 dias, residentes nos municípios de São Paulo e Guarulhos.
Objetivo da Vacinação
Essa orientação foi motivada pelas recentes notificações de casos suspeitos de sarampo. A decisão, adotada pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP), visa fortalecer a proteção da população infantil, especialmente do grupo etário mais suscetível a complicações graves relacionadas à doença.
✨ A dose zero é uma estratégia adicional e não substitui a vacinação regular.
Recomendações do Programa Nacional de Imunizações
A recomendação está de acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), alinhada às práticas das vigilâncias municipais. A secretaria também implementou outras medidas, como vacinas em massa em locais públicos movimentados, para aumentar a cobertura vacinal.
Esquema de Vacinação Regular
Apesar da introdução da dose zero, o calendário regular de vacinas deve ser seguido rigorosamente. Isso implica que, após a administração da dose zero, os bebês devem receber a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e a segunda dose aos 15 meses, na forma da vacina tetraviral.
Cobertura Vacinal
Atualmente, a cobertura vacinal contra sarampo em São Paulo é de 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda. Em março e abril deste ano, dois casos importados foram confirmados, mas ambos evoluíram para cura.
Informações Adicionais sobre a Vacinação
A dose zero é recomendada para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que residem em São Paulo e Guarulhos. Também pode ser administrada para crianças dessa faixa etária que estiverem em contato próximo com casos suspeitos de sarampo.
Diretrizes para Diferentes Faixas Etárias
Pessoas de 5 a 29 anos devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral, enquanto aquelas de 30 a 59 anos devem ter pelo menos uma dose registrada. Profissionais de saúde precisam ter duas doses para serem considerados devidamente imunizados.
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