Apesar de casos registrados em navio, Paraná mantém vigilância rigorosa

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) assegura que os casos de hantavirose estão controlados, a despeito de novos episódios reportados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), relacionados a um cruzeiro entre Argentina e Cabo Verde.
A Sesa mantém constante vigilância sobre a hantavirose, com profissionais de saúde preparados para tratar possíveis casos suspeitos. A doença é uma zoonose viral que é transmitida principalmente pela inalação de partículas de roedores contaminados, e exige notificação imediata.
✨ Em 2025, foi registrado apenas um caso da doença no Paraná, e em 2026, dois casos confirmados.
O secretário César Neves afirma que a monitorização é rigorosa e garante que a rede de saúde está pronta para responder. "Estamos observando de perto e nossos profissionais têm a capacitação necessária para lidar com a situação com agilidade", declarou.
Os registros no Paraná mostram um controle efetivo da hantavirose, com um caso confirmado em Cruz Machado em 2025 e dois casos em 2026, um em Pérola d'Oeste e outro em Ponta Grossa. Vinte e um casos foram descartados, e 11 continuam em investigação.
A Sesa colabora com o Laboratório de Biologia e Parasitologia de Mamíferos Silvestres (IOC/Fiocruz) e o Laboratório de Referência em Vírus Emergentes (ICC/Fiocruz) para monitorar a situação.
Os primeiros sinais da infecção incluem febre, dores articulares e sintomas gastrointestinais. Em casos mais graves, é possível que ocorra dificuldade respiratória e pressão arterial baixa. Como não há tratamento específico, o suporte médico é crucial.
A prevenção é vital. A população deve evitar o contato com roedores, mantendo limpeza adequada em áreas ao redor de casas e armazenando alimentos de forma segura. É recomendável usar luvas e calçados fechados ao manusear áreas sujeitas a contaminação.
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