Invasores aceleram acesso a redes corporativas, exigindo novas estratégias.

Recentemente, o tempo necessário para que um invasor se mova dentro de uma rede corporativa caiu para 29 minutos, segundo o Global Threat Report 2026 da CrowdStrike, evidenciando a urgência em fortalecer a segurança dos dispositivos móveis nas empresas. Este tempo era de 48 minutos em 2024, e ressalta como a proteção de smartphones e tablets se tornou fundamental à medida que esses aparelhos evoluíram de meras ferramentas de comunicação para pontos críticos de acesso a dados sensíveis.
Atualmente, smartphones e tablets não apenas armazenam informações pessoais, mas também acessam sistemas ERP, aplicativos em nuvem e credenciais corporativas. Com a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, em 2025, 82% das detecções não envolveram malware, mas sim o uso de credenciais válidas e identidades comprometidas.
✨ Os ataques via engenharia social têm um índice de sucesso 40% maior em comparação às campanhas via e-mail.
A análise da Check Point destaca que o período próximo ao final do ano é crítico, com um aumento nas compras e transações que propiciam oportunidades para golpes. Em dezembro de 2025, foram identificados mais de 33.500 e-mails de phishing com temática natalina em apenas 14 dias, o que levanta um alerta sobre a segurança no uso de dispositivos móveis.
Com o crescimento do risco relacionado a dispositivos móveis, especialmente os pessoais, o mercado de segurança nessa área está projetado para crescer de US$ 169,97 milhões em 2025 para US$ 549,65 milhões até 2034, conforme estimativas da IMARC Group. O controle sobre esses dispositivos se torna uma necessidade prioritária.
Para mitigar esses riscos, as empresas são aconselhadas a implementar políticas claras de separação entre dados pessoais e profissionais, restringir acessos e promover treinamentos sobre segurança digital.
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Jornalista especializado em Segurança

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