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    Tecnologia
    2 min de leitura

    Universidade de Illinois desenvolve tecido que esfria e gera energia

    Material combina polímeros de silicone e óxido de zircônio com tecnologias inovadoras.

    Gabriel RodriguesPostado há 53 minutos
    A
    Universidade de Illinois desenvolve tecido que esfria e gera energia
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    Um time de pesquisa da Universidade de Illinois, localiza na Estados Unidos, desenvolveu um tecido inovador que combina tecnologias de resfriamento com geração de energia. Este material, feito por impressão 3D, é composto por um polímero à base de silicone, a dimeticona, e nanopartículas de óxido de zircônio.

    O óxido de zircônio desempenha um papel fundamental nas propriedades térmicas e elétricas do tecido. A pesquisa visa aproveitar o fenômeno do choque estático – aquela descarga de energia sentida ao tocar objetos – para transformar roupas em fontes de eletricidade.

    ✨ O tecido pode se manter entre 3 °C a 6 °C mais frio que a temperatura ambiente, atingindo temperaturas até 10 °C inferiores comparado ao algodão comum.

    A eficiência do resfriamento se deve ao alto índice de refração do óxido de zircônio, que reflete 96% da luz solar, minimizando o aquecimento do material. Com uma estrutura de tramas abertas, o silicone também contribui para dissipar o calor corporal.

    Além do resfriamento, o óxido de zircônio é utilizado para a geração de energia. As nanopartículas amplificam a eletricidade estática, a qual é gerada pelo atrito do tecido com o corpo. Durante os movimentos do usuário, pequenos choques são produzidos e convertidos em sinais que ativam uma segunda camada da roupa, capaz de gerar e conduzir calor.

    Embora essa função não tenha uma utilidade prática no dia a dia, ela pode beneficiar alpinistas em climas frios ao proporcionar uma sensação de maior conforto. Os pesquisadores ressaltam que este é um primeiro teste para avaliar a efetividade da geração de energia, com a expectativa de que, no futuro, a eletricidade gerada possa ser utilizada para alimentar dispositivos como sensores de movimento ou luzes LED sem depender de baterias externas.

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    Gabriel Rodrigues

    Jornalista especializado em Tecnologia com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

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    #Inovacao#Pesquisa#Energia#Tecido#Universidade De Illinois

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