Cabrera defende livre comércio para o agro brasileiro
Presidente do Grupo Cabrera destaca impactos das barreiras tarifárias

O presidente do Grupo Cabrera, Antonio Cabrera, reafirma a importância do comércio internacional e seus efeitos nas tarifas sobre os preços e a economia. Em sua análise publicada no LinkedIn, ele salienta que o agronegócio brasileiro deve utilizar a teoria do livre comércio a seu favor, especialmente em tempos de argumentos protecionistas que visam a preservação de empregos.
✨ O comércio livre é fundamental para aumentar o acesso a fornecedores e reduzir a dependência de estoques de alimentos.
Cabrera argumenta que as justificativas para tarifas devem considerar seu impacto inflacionário. O livre comércio, de acordo com ele, proporciona vantagens que um governo pode oferecer à população, principalmente ao promover um ambiente com um maior número de fornecedores, o que é crucial no atual contexto geopolítico.
Impacto das Tarifas nos EUA
Relatando sobre a situação dos Estados Unidos, Cabrera observa que após uma queda nos preços de importação até 2024, as tarifas implementadas em 2025 provocaram um aumento nos preços internos, revertendo essa tendência. Esse fenômeno evidencia que tarifas tendem a encarecer produtos, afetando diretamente o poder de compra das famílias e o desempenho econômico.
"As tarifas adotadas por Trump devem ser um alerta para o Brasil sobre os efeitos das barreiras tarifárias na alimentação.
Além disso, ele menciona o sistema de cotas da China sobre a carne brasileira como outro exemplo de como os consumidores são os que pagam o preço mais alto das tarifas. Cabrera conclui que alimentos não deveriam ser alvo de proteções tarifárias, reforçando a necessidade do agronegócio brasileiro de promover essa ideia em uma arena internacional.
Contexto
O debate sobre comércio internacional é essencial para a compreensão dos impactos econômicos das tarifas e sua relação com o crescimento do setor agropecuário.
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