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agricultura
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BNDES e Conab firmam acordo para fortalecer abastecimento alimentar

Iniciativa busca inovação e parcerias para setor agropecuário

Giovani Ferreira18 de maio de 2026 às 20:00
BNDES e Conab firmam acordo para fortalecer abastecimento alimentar

Nesta segunda-feira (18), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) celebraram um acordo de cooperação técnica destinado a impulsionar o abastecimento alimentar no Brasil.

A formalização do pacto ocorreu na sede do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, em Brasília, e visa a realização de estudos que avaliem dados relevantes, proponham ações inovadoras e identifiquem parcerias para o setor.

O BNDES atuará através do Fundo de Estruturação de Projetos para desenvolver essa iniciativa.

Segundo Nelson Barbosa, diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, os estudos contarão com recursos próprios da instituição e irão analisar o sistema de abastecimento nacional, além de realizar comparações com experiências internacionais bem-sucedidas.

O objetivo é também criar uma base de dados robusta sobre abastecimento e armazenagem, mapeando oportunidades de investimento tanto público quanto privado.

Fernanda Machiaveli, ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, destacou que a cooperação se concentrará na infraestrutura de abastecimento, especialmente em pequenos mercados nas áreas urbanas periféricas.

Sílvio Isoppo Porto, diretor-presidente da Conab, ressaltou que os resultados dos estudos poderão influenciar o planejamento de logística e políticas de abastecimento no país.

A Conab, criada em 1990, desempenha um papel crucial ao fornecer informações técnicas que auxiliam o governo federal na produção agropecuária, armazenagem e gestão de estoques, impactando decisões sobre a oferta e o suporte às cadeias produtivas.

Contexto Adicional

O BNDES e a Conab já colaboram em outros projetos, incluindo a requalificação de ativos no Centro-Oeste e o projeto Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, financiado por R$ 96,6 milhões do Fundo Amazônia.

Embora o acordo não especifique prazos para a conclusão dos estudos, ele representa um passo significativo na revisão de processos de infraestrutura e na formulação de políticas públicas voltadas para segurança alimentar e logística.

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