Voltar
agricultura
2 min de leitura

Indicador do boi gordo mantém alta e média chega a R$ 365,60

Mercado se apresenta firme e preços seguem em alta neste início de semana.

Acro Rodrigues13 de abril de 2026 às 10:15
Indicador do boi gordo mantém alta e média chega a R$ 365,60

O Indicador do boi gordo Cepea/Esalq, atingindo seu maior nível histórico desde 1997, fechou a última semana com média de R$ 365,60, representando um aumento de 1,20% em comparação à semana anterior.

As cotações superaram os R$ 350 na maioria dos estados, em especial no Mato Grosso do Sul, onde o preço médio foi de aproximadamente R$ 350, com Três Lagoas se destacando com um aumento de 3,45% e negócios fechando a R$ 360 por arroba. O Mato Grosso também apresentou variações positivas, especialmente em Colíder, que teve alta de 3,10%, com preços em torno de R$ 351.

São Paulo mantém estabilidade apesar da menor liquidez

Em São Paulo, a liquidez caiu, com muitos compradores fora do mercado na última sexta-feira (10). Contudo, os preços se mantiveram estáveis entre R$ 365 e R$ 375 por arroba. O setor de reposição também aqueceu, com leilões da semana passada vendendo todos os lotes a preços firmes, favorecidos pelas boas condições climáticas para pastagens.

O preço médio da carcaça casada na Grande São Paulo subiu para R$ 25,09 por quilo, uma alta de quase 2% na semana.

No atacado, a carcaça casada alcançou uma média de R$ 25,09 por quilo, refletindo um aumento de quase 2% na semana. O boi equivalente foi estimado em R$ 376,35, mostrando que a demanda interna e as exportações estão em patamares saudáveis, o que contribui para a sustentação dos preços.

O cenário atual sugere que o viés firme do mercado deve persistir nessa nova semana. Com escalas de abate enxutas, demanda ativa e preços em alta ao longo de toda a cadeia produtiva, o mercado do boi gordo está preparado para manter o ritmo observado nos últimos dias.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de agricultura