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agricultura
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Rio Grande do Sul celebra 5 anos como área livre de febre aftosa

Reconhecimento internacional Impacta a pecuária e o mercado de carnes

Fernanda Lima28 de maio de 2026 às 09:45
Rio Grande do Sul celebra 5 anos como área livre de febre aftosa

O Rio Grande do Sul comemora, nesta quinta-feira, cinco anos desde que foi oficialmente reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação, um status que impacta significativamente a sua agropecuária.

O reconhecimento foi concedido em 27 de maio de 2021, durante a 88ª Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Isto representa um avanço importante na defesa agropecuária, além de facilitar a inserção do mercado da carne gaúcha no cenário internacional.

O status de livre de febre aftosa sem vacinação é um marco para a competitividade da pecuária gaúcha.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), o reconhecimento foi resultado de um trabalho técnico realizado pelo Serviço Veterinário Oficial, que colaborou com entidades do setor e produtores rurais.

Embora a certificação tenha eliminado a vacinação sistemática, ela elevou a necessidade de vigilância e controle no trânsito de animais, além de exigir respostas rápidas a quaisquer suspeitas sanitárias. Rosane Collares, diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, destacou que a manutenção deste status exige um monitoramento contínuo e cooperação com toda a cadeia produtiva.

Importância do reconhecimento

Em termos técnicos, a certificação internacional é crucial para melhorar a competitividade do setor pecuário, pois atende a exigências sanitárias de compradores internacionais, especialmente em mercados mais valorizados.

Apesar da falta de dados atualizados sobre exportações e variações de preços desde 2021, é consenso no setor que a manutenção desse status é vital para assegurar a credibilidade da produção de carne no Rio Grande do Sul. A continuidade desse reconhecimento depende da implementação regular das medidas de vigilância e da colaboração entre o governo e os produtores.

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