Cooperativa oferece apoio no cultivo e colheita, resultando em aumento significativo da produtividade

Joaquim Aparecido Alves da Cruz, agricultor familiar de 58 anos, começou a cultivar algodão em Minas Gerais desde a infância. Após uma pausa nos anos 90 devido a dificuldades financeiras, ele retornou ao cultivo ao se associar à Cooperativa dos Produtores Rurais de Catuti, que trouxe novas tecnologias e práticas agrícolas, preocupando-se em eliminar a figura dos atravessadores.
Com a introdução da irrigação por gotejo, Joaquim viu sua produção crescer de 180 a 230 arrobas por hectare. Já em 2026, prevê colher até 300 arrobas utilizando máquinas da cooperativa, o que lhe permitirá reduzir custos e aumentar lucros, estimando R$ 20 mil com a colheita deste ano.
O gerente técnico da cooperativa, José Tibúrcio de Carvalho Filho, destaca que a falta de tecnologia e a presença da praga bicudo eram os principais empecilhos no passado. No entanto, com a colaboração da cooperativa e o uso de novas técnicas de manejo, a produção do algodão está ressurgindo na região após anos de declínio.
✨ Currently, the area cultivated by 31 producers totals 270 hectares, yielding up to 350 arrobas per hectare.
Em 2026, o custo médio de produção por hectare é estimado em R$ 11,3 mil, enquanto o faturamento pode alcançar R$ 27 mil. Isso demonstra o retorno do investimento em tecnologia na produção de algodão.
Além do cultivo local, na última safra, a cooperativa realizou sua primeira exportação de algodão para o Paquistão, enviando 50 toneladas. A expectativa é de um aumento na área plantada a cada ano, com o apoio do governo estadual e iniciativas de incentivo.
O sucesso da cooperativa e a resposta positiva dos agricultores poderão impulsionar um novo ciclo econômico para a cotonicultura em Minas Gerais.
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