Avanço das lavouras requer cuidado com manejo fitossanitário devido ao aumento das doenças.

As lavouras de cevada no Rio Grande do Sul estão passando da fase vegetativa para os estádios reprodutivos, mas a crescente incidência de doenças foliares exige atenção cuidadosa dos agricultores.
De acordo com a Emater/RS-Ascar, as chuvas recente elevaram o risco de doenças fúngicas, especialmente durante a transição entre o espigamento e a fase reprodutiva. As lavouras atualmente encontram-se em diversos estádios, incluindo elongação do colmo, espigamento, florescimento e enchimento de grãos.
✨ O estado geral das lavouras é considerado satisfatório na maioria das áreas, com uma área cultivada estimada de 20.320 hectares e uma produtividade média projetada de 3.020 kg por hectare.
Na região administrativa de Ijuí, cerca de 50% das lavouras já se encontram em estádio reprodutivo, sendo que 40% estão em florescimento e 10% em granação. Contudo, as doenças foliares também têm aumentado nessa área.
Em Soledade, a sequência de dias secos possibilitou a retomada do manejo fitossanitário, com aplicações de fungicidas, especialmente voltadas para o controle de giberela e ferrugens em resposta aos prognósticos de chuvas.
Na região de Erechim, o preço médio da saca de 60 quilos para a indústria de malte foi de R$ 85,00. Assim, o monitoramento das lavouras e o manejo fitossanitário seguem sendo prioritários, especialmente diante do aumento das doenças foliares e do risco fúngico.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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