Cotação do algodão no Brasil apresenta alta em abril
Preços seguem firmes com forte demanda por exportação

Os preços do algodão em pluma no Brasil estão em alta, com o indicador Cepea/Esalq apontando R$ 3,9593 a libra-peso nesta terça-feira, 14 de abril. Esta variação representa um crescimento de 1,07% no mês, conforme dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Fatores que influenciam os preços
Embora tenha sido observado momentos de baixa devido à demanda reduzida, a firmeza das cotações é sustentada pela resistência dos vendedores, especialmente para lotes de maior qualidade, e pela necessidade de reabastecimento de estoques por parte de indústrias.
✨ As exportações brasileiras de algodão atingiram um novo recorde mensal.
Enquanto as negociações no mercado interno seguem limitadas, as exportações se destacam, com um total de 347,8 mil toneladas embarcadas no último mês. Isso representa um crescimento de 28,6% em relação a fevereiro e um salto de 45,4% comparado a março de 2025.
Retomada das exportações para a China
A principal razão para este aumento é a retomada das exportações para a China, que, apesar das flutuações de preços no mercado interno, tem contribuído significativamente para o desempenho do setor.
Dados adicionais
O volume total de exportações nos últimos 12 meses alcança 3,032 milhões de toneladas, superando o total de 3,026 milhões embarcados em todo o ano de 2025.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Preço do milho se mantém estável no Brasil apesar da colheita
Condições climáticas e baixa oferta sustentam valores elevados

Preços do milho seguem estáveis com baixa oferta e colheita lenta
Mercado é impactado pela lentidão na colheita da segunda safra

Feijão-carioca tem alta de 2,86% com demanda aquecida
Mercado mostra valorização sólida em meio à transição de safra

Cotações da Mandioca Sobem Novamente em Função da Oferta Limitada
Aumento contínuo nos preços reflete a baixa disponibilidade da raiz nas regiões analisadas pelo Cepea





