Estratégias eficazes evitam perdas durante o armazenamento do grão.

Após a colheita, o milho continua exposto a perdas significativas devido a insetos, fungos e umidade excessiva, que podem comprometer seu peso, qualidade e valor comercial. Para evitar esses problemas, os cuidados devem começar antes do armazenamento do grão.
Durante a colheita, é fundamental ajustar a máquina de forma adequada para garantir que os grãos não sejam quebrados, já que grãos danificados são mais suscetíveis a pragas e fungos. Além disso, a limpeza de silos, maquinários, moegas e transportadores é crucial para eliminar resíduos de colheitas passadas.
Outro aspecto a ser considerado é a secagem do milho. Grãos com alta umidade respiram intensamente, o que pode gerar calor e favorecer o crescimento de fungos. Portanto, é importante que o milho seja armazenado com níveis de umidade apropriados para o período de estocagem.
✨ A aeração é essencial durante o armazenamento. Ela contribui para controle da temperatura, diminuição da umidade entre os grãos e evita o surgimento de pontos quentes.
O acompanhamento frequente do armazenamento é vital, monitorando variações de temperatura, odores de mofo ou fermentação e a presença de insetos. As exigências variam conforme o tipo de estrutura utilizada. Em silo-bolsa, por exemplo, é fundamental manter a lona íntegra e armazenar apenas milho devidamente seco.
Para silos graneleiros e armazéns convencionais, a manutenção da limpeza, ventilação e equipamentos é crucial. Quando o controle químico se torna necessário, é imprescindível seguir orientações técnicas e recomendações específicas. O manejo integrado, envolvendo secagem, limpeza, aeração e monitoramento constante, é a principal estratégia para conservar a qualidade do milho durante seu armazenamento.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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