A legislação exige padrões de segurança para prevenir acidentes com pessoas e animais.

O uso de cercas elétricas no manejo do rebanho e na proteção de propriedades rurais demanda cuidados específicos para evitar acidentes com pessoas e animais. Conforme a Lei Federal 13.477/2017, que também se aplica a áreas urbanas, é essencial que a altura do primeiro fio eletrificado esteja de acordo com a finalidade da cerca.
O energizador precisa gerar um choque pulsativo em corrente contínua, com amperagem considerada não letal, seguindo as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Além disso, o fio não deve ser conectado diretamente à tomada.
A legislação também exige que placas de advertência sejam colocadas em locais visíveis, em ambos os lados da cerca, alertando sobre choques. Essas sinalizações devem ser compreensíveis inclusive para pessoas analfabetas, contribuindo assim para a prevenção de acidentes com trabalhadores e visitantes.
✨ Bruno Nolasco, gerente de negócios agro da Belgo Arames, destaca a importância de usar componentes adequados e realizar inspeções regulares nos fios, isoladores e conexões, assim como verificar se há danos ou contato com vegetação.
Embora não seja uma exigência da lei, a instalação de para-raios pode oferecer proteção adicional em áreas propensas a descargas atmosféricas. É importante ressaltar que o arame farpado não deve ser eletrificado, pois isso aumenta o risco de ferimentos.
Nolasco enfatiza que os arames estão sujeitos às condições climáticas e ao desgaste natural ao longo do tempo. Usar um produto específico para cercas elétricas pode reduzir a necessidade de manutenções e assegurar a durabilidade e resistência da estrutura durante seu uso. A escolha deve levar em consideração não apenas a instalação inicial, mas também o desempenho da cerca ao longo dos anos.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Recuperação das remessas para os EUA impulsiona aumento no volume exportado, apesar da queda na receita.

Dados apontam crescimento de 4,9% no abate de frangos e safra de soja atinge 36% da área prevista.

Financiamento visa diversificação de mercados para exportação de carnes.

Análise abrange 1,4 milhão de cabeças de gado e destaca evolução do setor.