Voltar
Agronegócio
2 min de leitura

Estresse térmico agrava produção avícola no Brasil

Calor intenso afeta bem-estar e produtividade das aves

Carlos Silva17 de abril de 2026 às 16:50
Estresse térmico agrava produção avícola no Brasil

A crescente intensidade do calor extremo no Brasil tem gerado sérios prejuízos à produção avícola, comprometendo o bem-estar das aves e reduzindo a produtividade das granjas.

Entenda o que é estresse térmico

Estresse térmico acontece quando as aves são expostas a temperaturas fora da ideal, resultando em desequilíbrios no organismo que afetam o seu desenvolvimento e rendimento produtivo.

Consequências diretas incluem redução no consumo de ração e aumento da vulnerabilidade a doenças.

Impactos significativos na produção

Os efeitos do estresse térmico na produção avícola geram sérios prejuízos, como a redução do ganho de peso na ordem de 5% a 17% e a queda na produção de ovos, que varia entre 10% e 20%.

Além disso, a qualidade da carne e das cascas dos ovos também se torna comprometida sob essas condições adversas.

Estratégias de manejo para mitigar o impacto

Para amenizar os efeitos nocivos do calor, produtores devem implementar ajustes na ambiência das granjas, como a instalação de ventiladores, nebulizadores e sistemas de resfriamento evaporativo.

É igualmente importante garantir um suprimento contínuo de água fresca e ajustar a densidade de aves por espaço disponível, além de fornecer ração nos períodos mais frescos do dia.

Ajustes nutritivos como solução

A nutrição das aves também deve ser revista. Isso implica o aumento da densidade energética das rações e uma melhora no balanço eletrolítico.

Adicionais como prebióticos e probióticos são recomendados para aprimorar a digestão, maximizar a absorção de nutrientes e fortalecer a imunidade, contribuindo para um sistema produtivo mais sustentável.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de Agronegócio