Tecnologia e manejo adequado são essenciais para mitigar desafios climáticos durante plantio.

A safra de soja no Brasil inicia com a expectativa de ultrapassar 181 milhões de toneladas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Para alcançar essa meta e manter a liderança do país no agronegócio, a utilização de tecnologia no campo é considerada indispensável.
Os desafios climáticos, como o excesso de chuvas, e o tráfego de máquinas pesadas em solo úmido aumentam o risco de compactação, erosão e doenças radiculares na soja. Esses fatores se tornam preocupantes, especialmente com a intensificação do volume de chuvas.
✨ O excesso de umidade pode resultar em compactação e erosão do solo, além de doenças radiculares como fitóftora e fusário.
Para garantir uma semeadura eficaz, é recomendado que os produtores evitem o revolvimento excessivo do solo, respeitem a velocidade de plantio entre 4 e 6 km/h e aguardem a umidade adequada para semear. Essas práticas são voltadas para melhorar o manejo do solo a longo prazo, permitindo que os agricultores superem períodos de excesso hídrico por meio do sistema de plantio direto.
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