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Agronegócio
2 min de leitura

Exportadores brasileiros de proteína animal geram US$ 3,25 milhões na Sial China

Expectativa de US$ 45,5 milhões em negócios ao longo de um ano

Giovani Ferreira20 de maio de 2026 às 14:00
Exportadores brasileiros de proteína animal geram US$ 3,25 milhões na Sial China

A participação de empresas brasileiras na Sial China 2026 chegou ao fim nesta quarta-feira (20), em Xangai, com um total de negócios projetados em US$ 45,5 milhões para o próximo ano.

Organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a feira ocorreu entre os dias 18 e 20 de abril e resultou em acordos fechados que somaram US$ 3,25 milhões.

Impacto e Oportunidades

Reunindo importadores, distribuidores e profissionais do setor de alimentos de várias nações, a Sial China é um dos principais eventos para negócios na Ásia. A ABPA montou um estande de 72 metros quadrados para promover as ofertas brasileiras e facilitar negociações.

A China continua a ser um mercado crucial para o crescimento da proteína animal brasileira.

Empresas como Alibem, Aurora, Bello, Somave e Vibra Foods participaram da ação, refletindo a forte demanda por fornecedores que garantam regularidade e conformidade nos abastecimentos. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a importância da feira para solidificar a presença do Brasil no comércio global de alimentos.

Próximos Passos

A ABPA dará continuidade à estratégia comercial com o Road Show em Pequim, programado para quinta-feira (21), para reforçar as relações comerciais com o mercado chinês.

A entidade observou um crescente interesse asiático, principalmente por carne de aves e suínos, o que é essencial para as agroindústrias que atuam na exportação. Embora o relatório não detalhe a divisão dos negócios por produto ou comprador, as perspectivas permanecem positivas.

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