Ferrovia de Mato Grosso expande logística do setor agro
Novo terminal de grãos será inaugurado para atender demanda crescente

O crescimento da produção agrícola no Mato Grosso está forçando a evolução da infraestrutura logística do Brasil, impulsionando a expansão ferroviária na região. Este é o foco do segundo episódio da série 'A ferrovia que impulsiona o agro brasileiro', do Globo Rural Cast, que estreou hoje.
Um novo trecho da Ferrovia de Mato Grosso, que se conecta à BR-070, nas proximidades de Dom Aquino, deverá ser inaugurado no segundo semestre, acompanhado da abertura de um novo terminal de grãos. Essa iniciativa visa aumentar a capacidade logística em uma das principais regiões agrícolas do país.
✨ Essas obras estruturais buscam eliminar gargalos e aumentar a previsibilidade no transporte de cargas.
De acordo com Natalia Marcassa, vice-presidente de Regulatório, Institucional e Comunicação da Rumo, a abordagem da empresa vai além da simples expansão geográfica. Linhas já consolidadas, como a malha paulista que segue para o Porto de Santos, continuam recebendo investimentos significativos para aprimorar sua capacidade e eficiência operacional.
"O objetivo é acompanhar o crescimento da produção com uma logística mais robusta e integrada
Contexto
O Mato Grosso é um dos principais estados produtivos do Brasil, enfrentando desafios logísticos que demandam soluções eficazes para o escoamento da produção agrícola.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Agronegócio

Coamo e Yara firmam acordo para terminal em Itapoá
Parceria busca otimizar logística de fertilizantes em SC

Agropecuária Maggi levanta R$ 3,5 bilhões com emissão de CPRs
Recursos serão alocados em capital de giro e investimentos agrícolas

Transporte ferroviário de grãos nos EUA cresce 1% em junho
Movimentação ferroviária supera médias dos últimos anos

Taxa de juros do PCA cai, mas investimentos ainda não decolam
Especialistas apontam que pressões sobre lucratividade limitam apetite ao crédito





