Identificação precoce e manejo adequado são essenciais para minimizar os impactos da doença.

Sinais de problemas fitossanitários na cana-de-açúcar podem incluir falhas de brotação, redução de vigor, menor perfilhamento e amarelecimento das folhas. Contudo, esses sinais isolados não confirmam a presença de fusariose, que afeta principalmente o colmo e requer uma análise mais profunda.
A fusariose é causada pela espécie Fusarium moniliforme, atualmente chamada de Fusarium verticillioides. Essa doença pode prejudicar o pegamento das mudas, o perfilhamento e o acúmulo de sacarose no canavial, além de ser capaz de sobreviver em restos culturais e no solo.
✨ A prevenção da fusariose deve iniciar com a escolha de mudas sadias e práticas de manejo que reduzam a entrada e o desenvolvimento do fungo.
Entre os principais fatores que favorecem a infecção estão ferimentos no colmo, compactação do solo e os estresses hídricos variáveis. Além disso, as condições climáticas entre setembro e dezembro aumentam os riscos de ocorrência da doença. Para diferenciar a fusariose de outras patologias, como podridões bacterianas, a inspeção interna dos colmos é crucial.
Os impactos da fusariose se estendem para a quantidade e a qualidade da produção de cana, com perdas associadas a canas com menos vigor e menor teor de sacarose. A abordagem de manejo deve ser preventiva, com ênfase na escolha de mudas e práticas agronômicas adequadas.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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