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Agronegócio
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Macrophomina afeta lavouras de milho em regiões quentes

Produtores enfrentam desafios com a podridão causada pelo fungo.

Gabriel Rodrigues21 de julho de 2026 às 19:10
Macrophomina afeta lavouras de milho em regiões quentes

O fungo Macrophomina phaseolina tem gerado um aumento preocupante na incidência de podridão nas lavouras de milho, especialmente em climas quentes e secos. Entre os meses de junho e setembro, quando ocorre a colheita das safras de verão tardias, os produtores estão observando um crescente número de plantas acamadas e grãos mal preenchidos.

Desafios no Manejo da Doença

A principal incerteza que os agricultores enfrentam é se ainda vale a pena investir em medidas de controle neste estágio da cultura. O manejo efetivo da Macrophomina deve focar na prevenção, já que a doença prospera em solos quentes, com alta densidade de plantas e estresse nutricional.

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A doença é favorecida por solo quente e seco, alta densidade de plantas e estresse nutricional.

Intervenções químicas em estágios avançados raramente trazem retorno financeiro positivo.

Impactos da Doença

Macrophomina phaseolina causa podridão de colmo e raíz, resultando em acamamento, perda de produtividade e variação de umidade nos grãos, dificultando o armazenamento.

Estratégias de Prevenção

A abordagem preventivava deve incluir o uso de híbridos menos suscetíveis, correto equilíbrio de nutrientes, manejo de irrigação e a prática de rotação de culturas. Intervenções químicas têm eficácia limitada, especialmente no estádio avançado da doença.

Condições para Intervenção

Produtores devem avaliar atentamente a fase de desenvolvimento das lavouras e a previsão de condições climáticas para decidir sobre qualquer intervenção. Em áreas com alto histórico da doença, investimentos em práticas de rotação e escolha de híbridos mais resistentes são recomendados.

Antecipar a colheita pode ser mais efetivo do que um controle curativo tardio.

A podridão de Macrophomina deve ser vista como um desafio de manejo a longo prazo, onde a estratégia principal deve ser a prevenção e a gradual redução do inóculo no solo.

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