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Agronegócio
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Mercado de milho enfrenta correções em várias regiões do Brasil

Movimentos técnicos e clima ameno influenciam preços.

Ricardo Alves08 de abril de 2026 às 08:15
Mercado de milho enfrenta correções em várias regiões do Brasil

Recentes ajustes no mercado de milho refletem movimentações técnicas e mudanças nas circunstâncias de curto prazo, levando a queda nos contratos na B3.

Conforme informações da TF Agroeconômica, a queda nos preços acompanhou correções em Chicago e no câmbio, permitindo que investidores realizassem lucros. Em termos de vencimentos, o contrato para maio/26 finalizou a R$ 70,05, julho/26 a R$ 70,30 e setembro/26 a R$ 71,48.

Prognósticos indicam um clima mais ameno, reduzindo prêmios no curto prazo.

No Rio Grande do Sul, o mercado apresenta baixa liquidez e transações esparsas, com preços entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca. A colheita avança para 90% da área total, mas a produtividade é irregular devido às chuvas ao longo do ciclo.

Em Santa Catarina, a colheita está prestes a ser finalizada, atingindo 94,2%, mas o mercado continua lento, influenciado pela disparidade entre preços pedidos e ofertas.

No Paraná, a fluidez de mercado também é baixa, com preços próximos de R$ 70,00 e uma demanda em torno de R$ 60,00 por saca. A primeira safra alcançou 91% da colheita, enquanto a segunda safra enfrenta incertezas climáticas, apesar das semeaduras quase finalizadas.

Na região de Mato Grosso do Sul, a colheita chega a 97% da área, com preços variando entre R$ 49,00 e R$ 58,00 por saca. O ambiente de mercado continua sendo seletivo, com o setor de bioenergia oferecendo suporte, embora a concorrência ainda limite os avanços nos preços.

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