Dólar em baixa e cotações internacionais impactam preços

O mercado de milho brasileiro iniciou a semana enfrentando desafios, com os contratos futuros mostrando queda e as negociações apresentando lentidão nas principais regiões produtoras.
De acordo com a TF Agroeconômica, a recentef queda do dólar e das cotações em Chicago diminuiu a competitividade do milho brasileiro nas exportações, impactando negativamente os preços na B3.
✨ O contrato de julho de 2026 fechou a R$ 63,65 por saca, uma diminuição de R$ 0,26 no dia.
Os contratos de setembro e novembro também apresentaram quedas, fechando a R$ 66,65 e R$ 70,11, respectivamente. No mercado físico, a segunda safra trouxe maior oferta e cautela por parte dos compradores.
O Cepea apontou que tanto consumidores internos quanto portos estão sob pressão, enquanto alguns vendedores preferem retrair suas vendas, possivelmente por não necessitar de liquidez imediata ou espaço nos armazéns.
No Rio Grande do Sul, a colheita já atingiu 99%, com preços entre R$ 57 e R$ 63 por saca e uma média de R$ 58,91. Em Santa Catarina, os preços estão na faixa de R$ 65, mas a demanda oscila em torno de R$ 60.
Paralelamente, no Paraná, a liquidez é baixa, devido à colheita que representa apenas 1% da área cultivada, abaixo da média histórica de 8,2% em virtude da alta umidade no solo.
Em Mato Grosso do Sul, os preços variam entre R$ 49 e R$ 52, enquanto o consumo regional é sustentado pela demanda do setor de bioenergia, apesar da expectativa de abundância e estoques elevados limitarem uma recuperação acentuada dos preços.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Cenário internacional eleva preços e atrai compradores para o Brasil

Revisão destaca desempenho acima da média, apesar de área reduzida

Boletim do Deral indica desafios na comercialização de diversas culturas

O recorde não está apenas na exportação, mas também no volume total movimentado de trigo