Tecnologia visa aumentar eficiência no uso de água e nutrientes na cotonicultura.

A irrigação por gotejamento subterrâneo começa a ser avaliada na produção de algodão em Minas Gerais como alternativa para aumentar a eficiência no uso de água e nutrientes, melhorar o manejo da lavoura e ampliar a previsibilidade produtiva.
A tecnologia está sendo testada em condições reais de cultivo no Cerrado mineiro. A primeira safra é conduzida pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA), em parceria com a Netafim, na fazenda experimental da entidade.
O projeto acompanha protocolos de manejo, estratégias de fertirrigação e desempenho de cultivares, com o objetivo de gerar informações que auxiliem produtores na avaliação da tecnologia.
✨ No sistema de gotejamento, água e nutrientes são aplicados diretamente na zona radicular das plantas, permitindo parcelar a adubação conforme o desenvolvimento do algodoeiro, reduzindo perdas e aumentando a eficiência na utilização de fertilizantes.
A área também utiliza ferramentas digitais para monitorar a umidade do solo, condições climáticas e a operação da irrigação. A plataforma GrowSphere reúne esses dados para apoiar decisões de manejo ao longo do ciclo.
A safra segue em acompanhamento técnico e coleta de informações. A expectativa é ampliar o conhecimento sobre o uso do gotejamento subterrâneo na cotonicultura e criar uma referência para os produtores interessados na adoção do sistema.
"A irrigação moderna vai muito além da simples aplicação de água. Com soluções como GrowSphere, Digital Farming e fertirrigação, é possível fornecer água e nutrientes no momento correto, durante todo o ciclo da cultura, buscando máxima eficiência produtiva.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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