Especialista sugere que nova gestão deve rever regulamentações e melhorar o ambiente regulatório.

A mudança de governo aberta uma oportunidade para a revisão de políticas públicas no agronegócio brasileiro, visando à redução da burocracia e à melhora do ambiente regulatório.
Essa afirmação é de Lídia Cristina Jorge dos Santos, advogada e conselheira do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS). Ela defende que a transição deve incluir uma revisão na forma como a legislação é interpretada e aplicada.
De acordo com Lídia, a troca de dirigentes deve ser acompanhada por uma análise das normas e projetos pendentes que impactam o setor. As regulamentações ligadas aos agrotóxicos, bioinsumos e sistemas de autocontrole precisam ser revisitadas.
✨ Entre os principais problemas do agronegócio está a burocracia regulatória, que encarece os processos, retarda investimentos e dificulta a implementação de novas tecnologias no mercado.
Mesmo com a evolução digital dos serviços públicos, diversas exigências administrativas permanecem inalteradas. Lídia também enfatiza a necessidade de alinhar políticas públicas com evidências científicas, tratando defensivos químicos e bioinsumos como tecnologias complementares.
Ela destaca que o grande desafio é garantir uma regulação que una desenvolvimento econômico, proteção ambiental e segurança da população. A modernização administrativa e a segurança jurídica são consideradas cruciais para a competitividade do agronegócio.
Por fim, Lídia sugere que a verdadeira transição vai além das novas nomeações: depende de uma mudança de mentalidade no cumprimento da legislação vigente, ressaltando a urgência dessa nova abordagem para o Brasil.
Ela conclui, refletindo sobre a esperança de que, com a transição, novas ideias também sejam adotadas.
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