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Agronegócio
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Preços da noz-pecã devem se manter estáveis com nova safra

Produção em alta e demanda externa sustentam mercado

João Pereira17 de junho de 2026 às 13:45
Preços da noz-pecã devem se manter estáveis com nova safra

Os preços da noz-pecã devem se manter próximos aos níveis da safra anterior, mesmo com a expectativa de aumento na produção brasileira, de acordo com o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan).

A análise da entidade leva em conta a demanda global, a introdução de novos mercados e a ausência de estoques elevados entre os principais países produtores do mundo.

A produção nacional deve atingir entre 6,5 mil e 7 mil toneladas esta temporada.

Esse crescimento é impulsionado por uma maior carga de frutos nos pomares, pela incorporação de novas áreas de cultivo e pela recuperação do setor após dificuldades enfrentadas por fenômenos climáticos, como as enchentes de 2024.

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A demanda externa aquecida e a abertura de novos canais de exportação ampliam as oportunidades para o produto brasileiro.

Claiton Wallauer, presidente do IBPecan

Wallauer destaca que a qualidade dos lotes será crucial para a estabilidade dos preços, uma vez que a necessidade de qualidade pode influenciar as condições de comercialização.

Contexto

A abertura de mercado e a baixa formação de estoques em países como Estados Unidos e México favorecem a venda da noz-pecã brasileira.

Além disso, a melhor qualidade dos frutos deve resultar em um mercado mais favorável, diminuindo o risco de cair nos preços com o aumento da oferta.

Contudo, a expectativa de estabilidade está condicionada à qualidade dos frutos que entrarão no mercado, uma preocupação destacada devido ao excesso de umidade na primavera, que pode aumentar a incidência de doenças nos pomares.

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O manejo adequado é essencial para mitigar as consequências do aumento das doenças.

Claiton Wallauer

A rapidez na colheita e a qualidade na operação de processamento podem ser determinantes para o sucesso da produção.

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