A valorização do dólar e o avanço do plantio amenizam as perdas na cotação

Em outubro, os preços da soja recuaram nas principais praças brasileiras, refletindo uma movimentação menos intensa no mercado físico. Os produtores priorizaram os trabalhos de plantio da nova safra, o que contribuiu para a diminuição das negociações.
Além disso, as cotações foram pressionadas pela desvalorização dos contratos futuros na Bolsa de Chicago e, apesar da forte valorização do dólar no final do mês, que amenizou as perdas no mercado interno.
✨ Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos começou o mês cotada a R$ 155,50 e encerrou a R$ 153,00. Já em Rondonópolis (MT), a cotação caiu de R$ 148,00 para R$ 141,00.
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros com vencimento em janeiro acumularam uma queda de 6,05%, encerrando a R$ 12,30 por bushel. A evolução da colheita nos Estados Unidos, que visa uma safra recorde, também pesou nas cotações.
No campo, os trabalhos seguem de forma eficiente, com o plantio da safra de soja 2026/27 alcançando 42,3% da área prevista até 23 de outubro, em comparação com 34,1% do ano anterior. A produção estimada para essa temporada é de 181,837 milhões de toneladas.
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