Mudança afeta citricultura e implementação de medidas de manejo

O Ministério da Agricultura alterou a situação do Rio Grande do Norte em relação à bactéria Xanthomonas citri subsp. citri, causadora do cancro cítrico. A partir de agora, o estado estará sob um sistema de mitigação de risco, ao invés de continuar com as tentativas de erradicação.
Essa mudança indica que a praga já apresenta incidência intermediária ou alta na região, tornando inviável a erradicação das plantas doentes. Com isso, o controle será realizado por meio de um conjunto de medidas de manejo, visando minimizar os impactos da doença na produção de cítricos.
A decisão do ministério se baseia na situação do estado, que foi classificado anteriormente em 2022. Além do Rio Grande do Norte, o ministério reconheceu a situação de seis municípios em Rondônia como área sob erradicação da mesma praga, com a detecção da doença ocorrendo neste ano.
Os municípios rondonienses afetados incluem Cabixi, Chupinguaia, Corumbiara, Jaru, Rolim de Moura e Seringueiras. Outros quatro, nomeadamente Cerejeiras, Costa Marques, Pimenteiras do Oeste e São Francisco do Guaporé, já se encontram sob o sistema de mitigação de risco desde agosto.
✨ Alteração no status do Rio Grande do Norte reflete os desafios na citricultura brasileira.
O cancro cítrico é uma doença que afeta as plantações de cítricos, sendo causada pela bactéria Xanthomonas citri. A praga pode resultar em perdas significativas na produção, exigindo gestão cuidadosa.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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