Estado amplia produção com novas variedades e colheita prolongada

Santa Catarina se destaca como o segundo maior produtor de pitaya no Brasil, conforme o mapa do Agrocatarinense. A cultura tem se expandido no sul do estado, com a introdução de novas variedades que garantem a extensão do período de colheita para além do verão, assegurando renda ao longo de praticamente todo o ano.
A variedade Palora do Equador é uma das inovações que ampliam o calendário de produção da pitaya em Santa Catarina. Na propriedade de Thago, localizada na região sul, a colheita ocorre de maio a outubro, com o objetivo de manter a produção e a comercialização em diferentes épocas do ano.
A família de Thago começou a cultivar pitaya em 2012, inicialmente concentrando-se no cultivo de tabaco. Atualmente, a fruta é a única fonte de renda da propriedade, que abrange 14 hectares cultivados. A diversificação da produção, que antes incluía maracujá, resultou em uma renda totalmente derivada da pitaya.
✨ De acordo com a Epagre, a produção no sul do estado deve atingir 7,8 mil toneladas na safra 2025/2026, marcando um recorde que representa um crescimento de cerca de 20% em relação à temporada anterior.
A pitaya tem se mostrado uma alternativa valiosa de renda para pequenas propriedades rurais, principalmente para agricultores que antes cultivavam tabaco. O cultivo da fruta leva de 2 a 3 anos para entrar em produção, justificando assim o aumento constante da produção em Santa Catarina.
Atualmente, Santa Catarina é responsável por 24% da produção brasileira de pitaya, com São Paulo liderando o setor. O anuário HF de 2022 confirma o crescimento contínuo dessa cultura no estado.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Produtores devem eliminar plantas para interromper ciclo do vírus

Epagri promove a prática como ferramenta essencial para a agricultura catarinense

Método une raízes resistentes a ramos produtivos e antecipa frutificação em até três anos.

Conflito entre produtores de sementes e produtores de grãos: uma questão em crescimento